Luís Felipe Guimarães Pelluzi
Economista (CORECON-MT 2063), mestre em Agronegócios e Desenvolvimento Regional pela UFMT, com estudos em Economia na Universidade do Minho (Portugal) e mais de R$ 83 milhões em valores analisados e calculados em perícias e pareceres econômico-financeiros.
Economia aplicada a questões que têm consequências reais.
Luís Felipe Guimarães Pelluzi é economista, registrado no CORECON-MT sob o nº 2063, e desenvolve trabalhos de natureza econômica e econômico-financeira em questões que envolvem contratos, índices, custos, patrimônio, atividade empresarial, mercado financeiro, indenizações e agronegócios.
Atua em perícias judiciais e assistência técnica desde 2018 e soma mais de R$ 83 milhões em valores analisados e calculados em diversos trabalhos, com experiência em estudos e pareceres sobre lucros cessantes, perdas patrimoniais, operações financeiras, atualização de obrigações e avaliação econômica. Também desenvolveu trabalhos aplicados à estruturação de custos, rentabilidade, fluxos financeiros e análise de riscos.
Sua formação reúne graduação em Ciências Econômicas e em Ciências Contábeis pela Universidade Federal de Mato Grosso, especialização em Auditoria e Controladoria Empresarial e mestrado em Agronegócios e Desenvolvimento Regional. Realizou período de estudos em Economia na Universidade do Minho, em Portugal, universidade pública de referência no ensino e na pesquisa europeus, presente de forma consistente entre as melhores do mundo nos principais rankings internacionais, como Times Higher Education, QS e ARWU (Xangai).
A experiência internacional iniciada na formação acadêmica se estendeu à prática profissional. Participou, em parceria, de pesquisa do IDE-JETRO (Institute of Developing Economies, vinculado à Japan External Trade Organization, do Japão) sobre o ambiente econômico de produtores de soja em Mato Grosso, e realizou trabalhos para empresas na Argentina e na Colômbia.
Essa combinação de economia, contabilidade, finanças e vivência internacional contribui para examinar não apenas o valor final discutido, mas a atividade, o mercado, a documentação e as premissas que explicam como esse valor se formou.
Conhecimento técnico
em diferentes ambientes econômicos.
A formação acadêmica ganha valor quando consegue dialogar com documentos, contratos e condições reais de mercado.
Perícia e assistência técnica
Atuação em questões econômico-financeiras submetidas ao Judiciário, incluindo atualização de valores, obrigações, perdas e avaliações.
Custos e rentabilidade
Experiência em estudos de custeio, despesas operacionais, desempenho de atividades e interpretação do resultado econômico.
Mercados e operações financeiras
Análise de fluxos, risco cambial, condições financeiras, ativos e conjunturas que afetam contratos e decisões econômicas.
Pesquisa e atuação internacional
Mestrado em agronegócios, pesquisa em parceria com o IDE-JETRO (Japão) sobre produtores de soja em Mato Grosso e trabalhos para empresas na Argentina e na Colômbia.
Estudo, pesquisa e experiência a serviço da análise.
Foi conselheiro do CORECON-MT e presidiu, em 2020, o Comitê Técnico e Econômico da entidade. Atuou como docente em cursos de pós-graduação e participou de atividades de pesquisa relacionadas à economia regional e ao agronegócio.
Recebeu o Prêmio Contador Aecim Tocantins, na categoria de estudos de Contabilidade de Custos, e publicou estudo sobre atividade rural familiar em periódico acadêmico internacional.
O histórico inclui ainda consultorias econômico-financeiras aplicadas a empresas e instituições, com experiências em análise de custos, metodologias de custeio, avaliação patrimonial, mercado financeiro e fluxos de caixa.
Antes da aceitação de uma demanda, o objeto é avaliado quanto à pertinência econômica, às evidências disponíveis e à competência profissional necessária. Quando a questão exigir especialidades complementares, essa necessidade deve ser reconhecida e delimitada.
Uma divergência econômica raramente se esclarece pela apresentação de mais um número. É preciso compreender a obrigação, os fatos que alteraram seu valor e os critérios que justificam a conclusão.
Critério técnico antes
de qualquer conclusão.
Aderência ao objeto
Delimitar a questão e verificar se ela pertence ao campo econômico-financeiro e à competência profissional.
Contexto verificável
Examinar as informações pertinentes à obrigação, ao período, ao mercado ou à atividade analisada.
Independência intelectual
Permitir que os dados fundamentem as conclusões, inclusive quando não confirmam a hipótese inicialmente apresentada.
Clareza na comunicação
Traduzir questões técnicas complexas em respostas compreensíveis, com limites e premissas explicitados.
Precisa de uma análise com contexto econômico?
Descreva o objeto. A primeira etapa é identificar o que pode ser efetivamente esclarecido por exame técnico.